2 e 3 anos
A música vem antes do instrumento
Nessa idade o caminho é ouvido, ritmo e notas, brincando. A concentração dura uns 3 minutos, e a mão ainda não tem força pra corda.
O instrumento certo precisa caber em duas medidas: o que o corpo dele aguenta na idade e o jeito dele de ser. Aqui estão as duas, com modelo, preço e link seguro.




Dos 2 aos 9 anos, a gente divide as crianças em dois grupos, e cada grupo em duas fases. Toque no instrumento pra ver os modelos.
A música vem antes do instrumento
Nessa idade o caminho é ouvido, ritmo e notas, brincando. A concentração dura uns 3 minutos, e a mão ainda não tem força pra corda.
O som sai no primeiro toque
As duas mãos já trabalham juntas
O violão entra no tamanho 3/4, um pouco menor que o de adulto.
Já dá pra estudar com técnica
Nessa idade dá pra começar em qualquer instrumento, como baixo elétrico, violino ou flauta.

Cada nota tem sua tecla, sempre no mesmo lugar, e o som sai com um dedo só. Pra começar, tecla menor serve bem.
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CT-S100 ou CT-S300? Por fora os dois são iguais: 61 teclas de tamanho real, mesmo tamanho e peso. O CT-S300 acrescenta a tecla que sente a força do dedo (encostou de leve, sai baixinho; apertou, sai forte) e o pedal, que segura o som depois que o dedo sai da tecla.

Cordas de nylon, mais macias pros dedos. O 3/4 é um pouco menor que o de adulto e vale pra toda a faixa dos 6 aos 9.
6 a 9 anos
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A partir de 8 anos, pra criança mais alta ou que já vai pro estudo mais formal.
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Teste antes do tradicional: sentada, com o violão na perna, ela alcança a primeira casa sem esticar o braço? Se não alcança, o 3/4 ainda é a melhor escolha.

Quatro cordas e pouco peso. O tamanho concerto tem as casas um pouco mais espaçadas. Escolha um de madeira, que segura a afinação.
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Fuja do ukulele de plástico sem marca. Ele não segura a afinação, e a criança desanima achando que o problema é ela.

Cada batida vira som na hora. Tamanho de criança, mas instrumento de verdade, sem ser de brinquedo.
4 e 5 anos
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5 a 9 anos, com medidas de bateria de verdade em tamanho menor.
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Fuja de bateria de plástico com "brinquedo" no título. O som decepciona, o pedal quebra e a criança perde o interesse rápido.
A idade mostra quais instrumentos cabem no corpo dele. O jeito dele mostra qual desses tem mais chance de sair da caixa e virar parte da rotina. Na avaliação que a gente faz no Viagem Musical, o Talento 3x4, olhamos as duas coisas. Aqui vai a parte que você consegue observar em casa.

Todo lápis vira baqueta. Garfo e faca viram bateria na hora do jantar.
Ela pega panela e colher de pau e bate até cansar. O movimento é o jeito dela de entender as coisas. A bateria aproveita exatamente isso: cada gesto vira som na hora, e o ritmo que ela já faz na mesa ganha lugar e tempo certos.

Canta o jingle do comercial e o pedaço que o trompete faz na música.
Inventa canção no banho. O que prende a atenção dela é a melodia. O teclado coloca essa melodia na frente dos olhos: cada nota tem sua tecla, sempre no mesmo lugar, e ela consegue tocar o que já sabe cantar.


Monta uma pista de carrinho enorme, brinca e depois guarda tudo com cuidado.
Tem prazer em copiar um texto inteiro. Fazer de novo não incomoda. Violão e ukulele pedem essa paciência, porque a posição dos dedos só sai limpa depois de algumas tentativas. Vale a partir dos 6 anos.


Entende antes de você terminar a frase e em um minuto já está em outro assunto.
A cabeça dela anda na frente das mãos, e o que prende é resultado rápido. Por isso vale começar por um instrumento que responde no primeiro toque: ela ouve que deu certo antes de perder o interesse. O que pede mais repetição, como violão e ukulele, entra depois, quando ela já viu que consegue.
Depois de escolher, deixe o instrumento à mostra, fora da caixa e perto dele, e escolha um que ninguém tenha medo de que estrague.
Um instrumento é só um instrumento. O que faz a diferença é quem está ali pra conduzir.